Mostrar mensagens com a etiqueta war. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta war. Mostrar todas as mensagens

19.2.12

Não são preciasas palavras, pois não?


A imagem pertence ao blogue Ladrões de Bicicletas e exprime o nosso futuro próximo. Um futuro trágico e pavoroso, apesar daquilo que muitos dos fazedores de opinião nos quererem fazer crer.
Claro que, e aqui temos que concordar com todos os que assinaram o Memorando de Entendimento com a Troika, se não fosse o programa de assistência financeira já estaríamos todos na bancarrota. E a fome e distúrbio social que se anuncia já fariam parte do nosso quotidiano.

13.2.12

News from Greece

A caixa de Pandora já foi aberta e todos sabemos como esta narrativa irá terminar.

A recente aprovação de mais um pacote com duríssimas e inexequíveis condições de austeridade, a cumprir pelo povo grego, sob imposição da Troika comunitária, mais não permitirá do que fornecer um ténue balão de oxigénio, tempo considerado mais do que suficiente para que os poucos fundos que ainda detêm dívida soberana grega a possam transaccionar no mercado secundário. Porque é exactamente disso que estamos a falar. Ganhar tempo para que os activos tóxicos possam ir parar a outras carteiras, permitindo que a bancarrota - o default, como agora se diz - seja organizada. Tudo isto é por demais evidente, já que nem os responsáveis políticos alemães o negam.

A Grécia está falida e vai declarar a insolvência num espaço de tempo curto. Aliás, não tem outra hipótese já que não produz nem vai produzir nada com medidas que destroem o parco emprego ainda existente.

A segunda parte da história é que a Europa é bem capaz de se desagregar, pelo menos, como dizíamos há uns tempos atrás, a actual configuração da União Europeia não deverá resistir ao que sucederá a seguir. Mais uma vez, importantes responsáveis políticos alemães já anteciparam e incorporaram esse cenário.

Como fica Portugal?
Muito mal. Aliás, todos os sinais demonstram já que o dito programa de ajuda externa não está a dar os resultados esperados e que, em breve, conheceremos o nosso futuro. Bastará acompanhar, com atenção, o que vai sucedendo na Grécia para percebermos o que nos espera. Mas a história não termina aqui.

Há uma terceira parte e uma quarta parte e, provavelmente, muitas outras partes ainda antes que o filme termine.

Na Grécia, a violência contra os representantes do poder económico e político, e, em larga medida, contra os opressores, já se manifestou: surgiram cartazes, nas manifestações, apelando ao assassínio dos banqueiros, várias esquadras de polícia foram incendiadas, as lojas outlet de grandes marcas multinacionais foram vandalizadas e incendiadas, repartições das finanças arderam, assim como bancos.
Dir-se-ia - pelo menos foi essa a explicação oficial, foi um grupo de anarquistas violentos, porém as imagens controladas da televisão portuguesa mostraram o queimar da bandeira alemã.

Os relatos que chegam directamente da Grécia assinalam a intensificação da repressão da população por parte das forças policiais gregas que chegaram a temer que a população ocupasse e incendiasse o parlamento, aonde se discutia a aprovação do famoso segundo pacote de resgate.

A Troika, liderada pelo governo alemão, tem vindo a impor e a exigir condições humilhantes ao povo grego. Fica-se com a ideia que o povo grego padece de um pecado original ou o que se lhe quiser chamar: é preguiçoso, corrupto, indolente, não trabalha, não produz e merece ser castigado, merece que sejam outros a dar-lhes ordens e a reconduzi-los à dita produtividade.
Este aspecto é tanto mais grave quanto sabemos, pela história, que a Alemanha Nazi ocupou a Grécia e que, em nome de uma ideologia de uma pretensa superioridade da raça ariana, dizimou vários milhões de habitantes europeus.

Aquilo que se passa hoje na Grécia deveria fazer-nos reflectir colectivamente sobre o que é a Europa e o que queremos que ela seja no futuro.

Pela minha parte, eu jamais vou aprender a falar alemão!

17.9.11

Colapso em contagem decrescente

A Europa enfrenta actualmente um dos seus maiores desafios: sobreviver com a configuração que lhe conhecemos.
As notícias que nos chegam dessa mesma Europa revelam o quão frágil e precário é o entendimento acerca da manutenção do status quo. Temo bem que estejamos a assistir ao início do colapso de uma certa concepção do mundo que inaugurou auspiciosamente o novo século. O que se irá passar a seguir será, dados os ajustamentos estruturais que inevitavelmente se seguirão, pavoroso, principalmente para uma geração que aprendeu a viver em segurança e com uma certa qualidade de vida minimamente garantida.

O extracto do artigo que cito abaixo está publicado no site de análise político-económica do ZeroHedge.com

Eurozone must be honest: Big haircuts for bond holders, debt limits for all, says Die Zeit (article in German). The drama of saving European banks that hold Greek debt, and the debt of other tottering Eurozone nations, has been going on for a year and a half. Each effort to keep Greece on track follows the familiar script. Politicians promise spending cuts. Greeks demonstrate. E.U. inspectors check things out and leave angry. Germans declare that Greece will not get any relief until it fixes its problems. Then Greece notices that it needs yet more money and threatens to default. Germany nods. And the next installment gets paid.
By now, all hope for a happy ending has dissipated. Greece is suffering from a multitude of problems that defy quick fixes, among them a huge pile of debt, an inept and corrupt fiscal system where taxes are simply not collected, dysfunctional institutions, and a government-dominated economy. Even unlimited amounts of money can only defer the end game.
But there are already victims. The most recent one: The concept of an independent, apolitical central bank whose primary purpose is guarding the value of the currency, rather than monetizing the debt of countries that have spent beyond their means.

Wolf Richter - www.testosteronepit.com

10.9.11

11 de Setembro


O dia 11 de Setembro ficou, infelizmente, marcado na nossa memória colectiva pelas piores razões. O dia da barbárie. O dia da matança indiscriminada. O dia do ódio. A morte, o pânico, a destruição. Se o século XX foi marcado por duas guerras mundiais e mais não sei quantos conflitos regionais, o novo século, infelizmente, já tem essa chancela inaugural.

Hoje, somos todos americanos.

6.8.10

6 de Agosto de 1945

Hoje é um dia triste.
Comemora-se mais um aniversário, mas este é de muita má memória.
Fica o link para as imagens, que não merecem comentários: Hiroshima, a cidade e o povo mártires.
É PRECISO NÃO ESQUECER.

21.6.10

A caixa de Pandora

A catástrofe ambiental que, neste momento, ocorre nos mares assemelha-se a uma verdadeira caixa de Pandora de proporções ainda não totalmente avaliáveis.
Como será a vida de todos nós num futuro próximo é algo que tenho grandes dificuldades em antever, uma vez que as mais recentes projecções indicam que, caso nada se consiga fazer para travar essa maré negra, dentro de 18 meses, as nossas costas serão, também elas contaminadas.
E não adianta nada pensar que isso é problema dos outros ou que a América está longe. Somos todos cidadãos de uma mesma terra e, da mesma maneira que a falência de um banco nos EUA nos provoca problemas aqui, neste pedaço de terra, também a destruição da vida marinha e da água imprescindível à sobrevivência colectiva nos causará consequências imprevisíveis.
Os homens julgaram-se deuses e agiram como tal.
Agora, à semelhança do episódio bíblico da Torre de Babel, estão desorientados e já não sabem o que fazer.

1.6.10

Ainda sobre a Frota da Liberdade

O artigo, supra citado, vem hoje publicado num jornal australiano, abordando, com lucidez, a problemática do direito à segurança - que Israel e qualquer país civilizado e democrático merece - e os modos de, efectivamente, assegurar essa segurança.
Tenho bons amigos em Israel. Quando me visitaram, vai para 4 anos, o seu pavor chamava-se (e chama-se) Hamas, o grupo terrorista que não reconhece a existência do Estado judaico.
Não são loucos nem tão pouco estão possuídos desta fúria dos dirigentes que, em nome da propaganda, consideram que quem não reverencia o agir das suas elites políticas é terrorista.
Aliás, espanta-me muito que, num país, que tem vivido sempre acossado por numerosas guerras, com toda a facilidade as elites dirigentes rotulem os outros de terroristas e os diabolizem. Claro que compreendemos que tudo isso não passa de uma máquina de propaganda interna. Mas, também em Israel, há gente inteligente e não louca.
Esperemos que o bom senso prevaleça ou, caso contrário, o circo corre o risco de pegar fogo. E isso é algo que ninguém deseja.

31.5.10

Frota da Liberdade

Soube hoje, pela manhã, que o exército israelita atacou, em águas internacionais, a Frota da Liberdade, que se dirigia para a Faixa de Gaza, com 10.000 toneladas de ajuda humanitária, matando entre 10 a 16 pessoas e ferindo 60. Fiquei chocado. Uma análise às principais fontes noticiosas mostra que o mundo ficou perplexo com tal acção. Mas o texto que me parece mais lúcido acerca da real loucura que parece ter tomado conta de alguns dos que se julgam senhores do mundo encontrei-o num artigo de opinião publicado num jornal israelita e para o qual remeto.
Já não sei o que dizer ou o que pensar.
Adenda: um artigo de opinião acerca do acto absurdo dos governantes de Israel, com uma lucidez que me parece grande pode ser encontrado aqui.

11.6.09

Descarga su pistola eléctrica sobre una anciana por negarse a firmar una multa

A notícia, acompanhada do video esclarecedor, é chocante e perturbadora.
Estou sem palavras.

31.5.09

Foi há 20 anos

E poderia ter sido possível, se houvesse mais humanidade e respeito pelas justas aspirações de um povo. Mas não. O massacre da praça da Paz Celestial mostrou ao mundo que a voz do querido líder continua a ser incontestável. E 20 anos passados o poder do dinheiro e dos negócios ensinam-nos que aquilo que importa, ao contrário do que expressara Saint-Exupéry em O Principezinho, é mesmo aquilo que se vê. Infelizmente. E para mal de todos nós.
Só espero que a bárbarie que representou este massacre nunca mais se repita. E que todos lutemos por aquilo que consideramos justo. E isso é tão somente um pouco de liberdade.

20.4.09

What is happening? Is it true? Or is it a fake?

Um documentário interessante, na linha das chamadas teorias da conspiração, mas que não deixa de apontar algumas linhas de análise curiosas sobre ideologia e condicionamento das massas. E que merece ser lido também com elevado sentido crítico, já que, disponibilizado no YouTube, acaba por ter um certo impacto nas camadas que interagem com este instrumento tecnológico...

17.4.09

Matar a sangue frio quem se manifesta pacificamente é justo?

El Ejército israelí asesina a un palestino que se manifestaba contra el muro de separación

  • Cargaron contra los manifestantes con medidas antidisturbios.
  • Eran unas protestas pacíficas en las que no se estaban tirando piedras.
  • Estas manifestaciones se llevan repitiendo desde hace cuatro años.
A notícia acaba de ser publicada no jornal espanhol 20 minutos e incomodou-me particularmente. Porque o video mostra o acontecimento em directo. Porque a vida parece ter deixado de ter qualquer valor para aqueles que exercem o poder e o exibem orgulhosamente. Porque parece ser muito interessante poder assassinar os outros quando se sabe antecipadamente que eles  não poderão fazer nada em contrário. Porque, se calhar, até poderia dar jeito enviar um aviso à navegação para que as pessoas percebem quem é que manda e a quem é que devem obedecer. Porque é sempre muito fácil justificar todos os actos e garantir a aceitação das massas. O problema é quando a comunicação social está lá e divulga o acontecimento ao mundo...
Tenho muito receio acerca do mundo em que vivemos e do mundo que estamos a construir para deixar aos nossos sucessores. Isto se ainda existir alguma coisa para lhes deixar, no futuro.

12.3.09

Estou chocado

Os acontecimentos pavorosos que tiveram lugar na Alemanha, protagonizados por um jovem de 17 anos, deixaram-me verdadeiramente preocupado.
Desde logo porque são cometidos, com frieza, por um jovem. Numa escola, onde provavelmente teria amigos ou, pelo menos, conhecidos. Isto é, num local que lhe era familiar. E porque, aparentemente, teria anunciado ao mundo, via chat, os seus intuitos.
Ainda agora se discute o porquê.
Oxalá que, neste caso trágico, eu esteja redondamente enganado.
Temo que as razões tenham que ver com a ausência de futuro e de perspectiva com que muitos jovens da nossa Europa se começam a confrontar. E quando as pessoas não possuem um saúde mental forte, esse facto, normalmente, origina asneira. E da grossa! 
Agora, a seguir ao luto, espero bem que quem tem a capacidade para fazer movimentar o mundo compreenda que é preciso mudar. Porque o esconder e fingir que está tudo bem não só não resolve nada, como só tende a piorar a situação.
E o caldeirão já está em lume forte...

4.1.09

Apenas uma pergunta

Será que bombardear locais considerados sagrados ou de culto a Deus, etiquetando-os de abrigos onde se escondem terroristas, poderá trazer paz aos homens?
A notícia já tem algumas horas e foi veiculada pelos serviços noticiosos da televisão portuguesa, nos momentos que antecederam a invasão israelita da Faixa de Gaza. Em concreto, o exército de Israel bombardeou uma mesquita, argumentando que se tratava de um local onde existia um esconderijo de armas do Hamas.
Não sei se a notícia é verdadeira ou não. E se os argumentos invocados são fidedignos ou uma mera invenção de alguém.
A ser verdade, e independentemente de se acreditar ou não em alguma entidade divina, considero que o acto é chocante e revela, mais do que irresponsabilidade, uma grande burrice. Porque atinge algo que, para os crentes, se encontra no domínio do supra-humano e do imortal. 
A Paz conquista-se pelos gestos, pelo Respeito, pela Tolerância.
Este início de ano afigura-se muito negro e problemático, e ainda só vamos no 4º dia...

4.11.08

Estou chocado com a crueldade dos seres humanos

A notícia acaba de ser divulgada pela Aministia Internacional, pela BBC e pelo jornal O Sol: uma adolescente de 13 anos, vítima de violação, foi apedrejada até à morte, sob acusação de adultério e com uma assistência de 1000 espectadores. Nenhum dos homens que a violou foi preso. 
Não tenho palavras para expressar a minha abjecção e profundo repúdio perante um acto tão bárbaro e cruel.
Apetece-me dizer, retomando as palavras de Machado de Assis, que prefiro a companhia dos animais à companhia dos homens.

31.10.08

Uma notícia insólita, surpreendente e lunática acaba de ser divulgada: a de que, como resposta à grave recessão que o mundo começa a atravessar, poderia ser uma boa ideia os EUA iniciarem uma guerra com uma grande potência mundial.
Francamente, não me parece que a notícia possa ser creditada como real ou verídica, mas, dado que já aqui referi que o circo tinha descido à cidade - e cada vez me convenço mais de que isso é inteiramente verdade - , esta poderia ser, sem dúvida, mais uma das múltiplas e inusitadas manifestações que encontramos nos espectáculos circenses e que nos cortam a respiração.
Fica o link para quem quiser aprofundar o assunto.

15.8.08

Da retórica à acção: uma nova guerra fria?

A escalada de violência simbólica e verbal, detectável há já alguns meses (lembremo-nos do bloqueio energético imposto pela Rússia à Ucrânia e à Lituânia; a crise do chamado escudo de defesa anti-missil norte-americano na Polómia e na República Checa), conhece, nos dias de hoje, novos desenvolvimentos: às provocações de uns e de outros, a Geórgia vê o seu estado invadido e ocupado e a Polónia vê-se como alvo de um potencial ataque nuclear russo. Paralelamente, o xadrez militar desenrola-se simultaneamente em toda a zona do Médio Oriente. E a China, tecnologicamente evoluída, lá vai mantendo a sua paciência de chinês, provavelmente porque se encontra ocupada com os Jogos Olímpicos.
A Europa parece ter entrado numa nova guerra fria que corre o risco de degenerar numa guerra muito quente.
Os analistas políticos sublinham, todavia, que este será um passo que, a bem de todos, não deverá ser executado, sob pena de uma devastação e de uma espiral de consequências inimagináveis.
Mas, colocando a questão de um ponto de vista mais cínico, recordo-me de um amigo meu que me dizia, com conhecimento de causa, que, em qualquer conflito, há sempre perdedores e ganhadores, e que as guerras são más para os que as sofrem, mas podem permitir que alguns, normalmente poucos, ganhem imenso. Há toda uma indústria que se desenvolve e floresce, criando emprego, a qual, aquando da reconstrução dos países devastados, se replica e se transforma, originando afluxos financeiros às empresas e às nações vitoriosas. Ora, todos sabemos que o mundo atravessa actualmente uma grave crise, com incidência mundial: desemprego, fome, injustiças, etc, daí que os impulsos para os conflitos armados não sejam, de modo algum, dispiciendos...
A questão que pode colocar-se é a de saber se um confronto armado às portas da nossa Europa, com o nível de acção que a retórica belicista está a tomar, permitirá que sobreviva alguém para contar a história.
Se sobreviverá alguém ou não, não o sabemos. Nem tão pouco se tal conflito virá alguma vez a acontecer. Pela nossa parte, esperamos e rezamos para que um tal conflito não venha nunca a ter lugar!
Porém, a história da humanidade demonstrou, até hoje, que muitas guerras, algumas delas bem crúeis e profundamente devastadoras, foram já travadas e que sempre alguém sobreviveu. E que muita gente sofreu. E que alguns ganharam com a morte e o sofrimento alheio. Daí que a tentação seja, infelizmente, grande...

10.6.08

Porque nos apresentam sempre a guerra como a panaceia para todos os males?

De acordo com uma notícia publicada no Correio da Manhã, recuperando um artigo da Time, cada vez mais os soldados norte-americanos têm que recorrer a antidepressivos para aguentar o stress do seu dia-a-dia em teatro de guerra.
Este é um aspecto que a máquina da propaganda militarista - lembram-se dela? E da teoria do dominó que levaria a democracia ao Médio Oriente? - não fala. O rufar dos tambores da guerra, com o negócio milionário que a sustenta e que, mau grado, parece dar emprego a tanta gente, tem sido utilizado como argumento para a panaceia dos problemas que afectam o mundo.
Mas o verdadeiro problema vem a seguir: a morte, a dor, o sofrimento e a consciencialização de que se foi alvo de uma terrível manipulação ideológica.

28.12.07

A senhora Benazir Bhutto foi assassinada

No admirável e inusitado mundo em que vivemos, por acaso, alguém tivera alguma dúvida que este era o destino mais do que previsível da senhora Bhutto? Exilada e autorizada a regressar para participar nas eleições presidenciais, alvo de um atentado mortífero, coagida na campanha eleitoral, pode agora a sua morte ser particularmente útil dado que plenamente confirmadora da necessidade de repressão dos direitos cívicos e da liberdade do povo paquistanês. Tinha razão o senhor Musharraf quando impôs a lei marcial e justificou a sua presença no poder para combater o terrorismo. Qual será o resultado das eleições do próximo dia 8 de Janeiro? Alguém tem dúvidas? A capacidade nuclear do país assim como a sua localização geo-estratégica são demasiado importantes para se andar a brincar às eleiçõezinhas.

11.12.07

Papa lança mobilização global contra comércio de armas

De acordo com os princípios reiteradamente expressos de defesa da vida, o Papa Bento XVI lançou uma mobilização global por uma «eficaz desmilitarização» contra o «funesto comércio» de armas, em particular das armas nucleares.
Parece-nos importante que, no actual contexto de um novo conflito armado entre protagonistas tão poderosos como os que se encontram em clima de guerra quente, esta mobilização entre na ordem do dia. Pois só pela PAZ e pelo reconhecimento da pluralidade de opiniões é que nos será possível sobreviver.
Informação recebida via Zénit.