15.7.12
Já ardem capitais europeias...
A última bomba - que conhecerá pavorosos desenvolvimentos ao longo dos próximos dias e semanas, com consequências políticas e económicas ainda imprevisíveis - é a maior fraude financeira da história: a manipulação, efectuada por grandes bancos, da taxa de referência Libor. As redes sociais têm vindo a assinalar que não foi apenas o Barclays que esteve envolvido nessa fraude, mas muitos outros bancos, incluindo poderosos bancos alemães e norte-americanos.
Na vizinha Espanha, a anónima deputada Andrea Fabra brindou os desempegrados, em plena sessão de parlamento, com um explícito uso do espanhol vernacular que, além de indignar os presentes, lançou fogo a toda o país. Neste momento, para além do que se diz e se escreve, são já milhares os que exigem a sua demissão.
Por cá, o circo ainda vai no adro. Mas as labaredas já quiemam: um personagem político, exuberantemente conhecido nas redes sociais, e pelos piores motivos, teima em assobiar para o lado, clamando, com o apoio dos ainda poderosos deste país sob intervenção externa, que está tudo bem e que não se passa nada....
Esperemos que a fraude Barclays não venha a contaminar também outros bancos do nosso reduzido sistema financeiro. É que a bancarrota do BPN já nos colocou sob intervenção externa e o BPN apenas representava 3% do sistema financeiro português....
As próximas semanas serão muitíssimo interessantes!
18.11.11
Carta Aberta
Caros gregos,
Desde 1981 pertencemos à mesma família.
Vocês são, sinceramente, os amigos mais caros que nós temos.
Na semana seguinte, Stern publicou uma carta aberta de um grego, dirigida a Wuelleenweber:
Caro Walter,
Estimado Walter,
Vocês (alemães, suecos, holandeses, e restantes “compatriotas” da Eurozona) pretendem que saíamos da Europa, da Eurozona e não sei mais de onde.
Cordialmente,
Georgios Psomás
21.10.11
A porta do Inferno já está escancarada
17.9.11
Colapso em contagem decrescente
10.9.11
11 de Setembro
O dia 11 de Setembro ficou, infelizmente, marcado na nossa memória colectiva pelas piores razões. O dia da barbárie. O dia da matança indiscriminada. O dia do ódio. A morte, o pânico, a destruição. Se o século XX foi marcado por duas guerras mundiais e mais não sei quantos conflitos regionais, o novo século, infelizmente, já tem essa chancela inaugural.
Hoje, somos todos americanos.
4.12.10
Os acontecimentos parecem estar a precipitar-se
2.12.10
Parece que, do outro lado do Atlântico, haja quem já endoideceu
27.11.10
O pânico segue dentro de momentos...
22.11.10
From Ireland...
1.6.10
Ainda sobre a Frota da Liberdade
11.12.09
Literatura digital
11.6.09
Descarga su pistola eléctrica sobre una anciana por negarse a firmar una multa
Para onde caminhamos?
31.5.09
Foi há 20 anos
20.4.09
What is happening? Is it true? Or is it a fake?
17.4.09
Matar a sangue frio quem se manifesta pacificamente é justo?
El Ejército israelí asesina a un palestino que se manifestaba contra el muro de separación
- Cargaron contra los manifestantes con medidas antidisturbios.
- Eran unas protestas pacíficas en las que no se estaban tirando piedras.
- Estas manifestaciones se llevan repitiendo desde hace cuatro años.
11.4.09
R.I.P. Omidreza Mirsayafi
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21.3.09
28 de Março: apagão mundial
12.3.09
Estou chocado
17.2.09
O mundo: hoje e amanhã
Confesso que só hoje, depois de ler uma série de comentários acerca do programa Prós & Contras, da RTP 1, que abordou a questão dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, é que fui ver a gravação do programa. Ontem não vi o programa porque tinha mais o que fazer e também porque já estou habituado a ter que filtrar muita da informação com que nos inundam o serão e já não tenho pachorra para certas coisas.
Relativamente à questão direi apenas que aquilo que mais parece preocupar os defensores do não se resume ao medo: o medo de que a aprovação do casamento origine um ataque a um certo modelo de família; o medo do que possa vir a acontecer no futuro. E quando se tem medo, a solução parece ser o imobilismo.
Relativamente aos defensores do sim, a questão tem que ver com o reconhecimento de direitos e com a não discriminação de que têm sido / são alvo.
Os argumentos aduzidos, alguns são bizarros e hilariantes.
Não deixa de me causar espanto que a nossa sociedade tenha necessidade de efectuar um debate desta natureza. E que os medos e os pavores ainda condicionem tanto tanta gente.
Não sei se já repararam, mas nós estamos a viver o fim de um ciclo. As ideologias que nos governaram parecem ter ruído, com consequências que ainda não conhecemos na sua totalidade. O sistema capitalista estourou (está a implodir!). A ideologia marxista implodiu com a queda do muro de Berlim em 1989. (Restam resquícios, contaminados com ideologia capitalista na China). A ideologia do racionalismo iluminista, cuja raiz mais visível remonta à Revolução Francesa de 1789, foi claramente posta em causa com o colapso do sistema capitalista e com a emergência do fundamentalismo islâmico. O Cristianismo, enquanto sistema organizado de ideias, tem vindo a ser abalado, principalmente no mundo ocidental, nos últimos 20 anos.
Francamente, não sei qual é o futuro. Mas acredito que teremos que o construir solidariamente, com tolerância, diálogo e respeito mútuo. E principalmente sem medos.


