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25.3.11

Bom senso e honestidade precisam-se. Urgentemente.


Quando todos sabemos a situação aflitiva em que se encontram as finanças públicas, com o risco iminente de falta de liquidez, impossibilitando o pagamento de remunerações, salários, pensões, e coisas tais, quando os títulos de dívida soberana portugueses deixam de ser aceites como colaterais para empréstimos por importantes instituições financeiras, exige-se um mínimo de bom senso e de transparência.
As recentes declarações do ainda primeiro-ministro José Sócrates Pinto de Sousa, em Bruxelas, clamando heroicamente o lema do “orgulhosamente sós”, não augura nada de bom. É que este discurso – porventura intencionalmente proferido para consumo interno – já não é entendido como minimamente consistente com a realidade dos factos e do mundo. E, além disso, faz soar as campainhas de alarme, provocando pânico junto de um povo tradicionalmente conhecido como recatado e calmo.
Para já, a acreditar no que refere o Diário Económico, provocou incredulidade face ao real estado de saúde do senhor primeiro-ministro.
Como digo, os tempos são muito complicados e sê-lo-ão ainda mais nos próximos anos: necessitamos de bom-senso e de honestidade da parte dos nossos representantes políticos. Urgentemente.

1 comentário:

Kaplan disse...

Todos o necessitamos; quando saírmos de todas estas coisas acho que o mundo nao vai ser reconhecível.
Aliás, mudei por problemas com Blogger o endereço do meu blog, que agora é Reincidente, com o endereço recomezando.blogspot.com.
Agradecia que actualizasse também na sua listagem de blogues. Obrigado