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2.2.10

Tenho vindo a acompanhar, com preocupação, a evolução da situação do nosso estado de coisas.
Se os fóruns internacionais já colocam em questão a viabilidade do euro, enquanto moeda de referência internacional, as últimas notícias do Fundo Monetário Internacional deixam-me com a sensação de que o pior ainda está para vir e que, algures este ano ou no início do próximo, iniciaremos a descida aos Infernos. E o mais curioso é que nada disto parece preocupar o alegre e pacato povo.
Obviamente que podemos argumentar que isto são palavras dos senhores da finança internacional e que os mesmos possuem uma agenda oculta. Até pode ser. Não digo que não. Porém que nos restará, num futuro muito próximo?
Agitação social, grande agitação, confidenciava-me uma amiga há umas semanas atrás. Pode ser, mas isso também não responde à questão primeira.
Desemprego? Já o temos! Incerteza? Já nos habituámos a viver com ela. Precariedade? Ora, todos a vivemos....
Que fazer?
Ora, dar uma valente gargalhada e comer chocolates, naturalmente, porque aí reside toda a metafísica deste mundo absurdo em que vivemos!

2 comentários:

pinguim disse...

Eu também estou muito pessimista com a evolução da situação internacional.
E não se trata de defender Sócrates, mas algo tem que ser feito, com contestação ou não. E rapidamente...
Infelizmente desperdiçou 4 anos de maioria absoluta sem que tivesse tirado proveito para o país de medidas que não exigiam consensos.
Agora, os consensos são impossíveis entre uma direita que não se entende e uma esquerda que continua a pensar a economia utópicamente; estamos numa encruzilhada.
Se o PR não fosse um homem comprometido com o PSD seria ele o homem providencial a EXIGIR um consenso supra-partidário para salvar a situação; mas dali também nada se espera...

Sinest3sico disse...

Sempre fui um despreocupado com situações financeiras mas agora vão aumentar o preço da cerveja! Mau mau mau, tão-se a esticar!lol

Agora a sério, o povo, o povo, o povo, antigamente o nivel de vida era precário mas tinha-se imenso dinheiro no banco, hoje o nivel de vida é fantástico e têm-se imensos créditos. Nada mudou a não ser os hábitos!